perdi tudo o que havia escrito...
droga.......
não estou num bom dia....... ou melhor......... numa boa noite...........
Acho que novamente fui acometida por uma vontade incontrolável de escrever, mas quando chega na hora... a mente trava...
Incrível como a autocrítica às vezes é cruel, deixando mente e corpo engessados...
Mas tem tanta coisa boa acontecendo que eu nem sei por onde começar...
Vamos então fazer umas “pingadinhas”...
Minha quarta série (segundo ano do segundo ciclo) é ótima! Comecei a puxar o conteúdo com eles e a ser exigente quanto a postura deles em sala de aula. Dedicação, empenho e vontade. Digo sempre a eles que aluno meu nunca pode dizer “não sei”, “não consigo”. TODOS SOMOS CAPAZES... e acabei levando o apelido de “sargentão” pelas minhas colegas...rs...
Fui ao Templo dia 11 de fevereiro. Vivi uma das maiores e melhores experiências que já tive na vida! Lá eu pude colocar meu coração em paz, orar muito, perguntar a Deus algumas coisas que estavam me angustiando. E ainda por cima, aprendi a amar uma pessoa muito especial, que tem sido uma grande amiga (beijo Lê, obrigada por tudo!)
A Mariana está morando em Curitiba, e está muito, muito feliz!!!
Ela me mandou um e-mail, me dando muita força para tomar as resoluções que preciso para mudar um montão de coisas na minha vida. Mesmo longe, ela está sempre aqui comigo, não me deixa mesmo! Já brigamos, já choramos, já rimos muito. E mais: nunca nos deixamos! Aliás, foi através dela que voltei pra Igreja e hoje sou presidente da Organização das Moças. Ela nunca desistiu de mim, sempre acreditou na minha capacidade e no meu potencial. Má, muito obrigada! Te amo muito!
Estou aprendendo com as voltas da vida, com os foras e os tropeços que ela dá. Andei chorando um pouco, sentindo raiva e ódio de mim mesma pela minha falta de vontade, ou melhor, falta de desejo de modificar aquilo que é necessário (diria eu essencial). Mas acho que agora encontrei a raiz do problema... o duro é que acabei ficando com mais raiva de mim mesma pela minha fraqueza. Enfim... ninguém é perfeito... sei dos meus defeitos e das minhas falhas. Mas dó, pena de mim mesma?! NUNCA MAIS.
Fiquei feliz pela Gisele, uma amiga de São Carlos. Ela emagreceu 24 quilos!!! ESTÁ MARAVILHOSA!!! Mal sabe ela que sua foto está decorando minha geladeira. Ela conseguiu, eu também consigo!
Amanhã vou para um acampamento da Igreja, pela ORM (Organização dos Rapazes e Moças). Nunca fui a um acampamento. Mal sei como é... mas vai ser muito bom, não por ficar longe do meu filho (porque já estou com saudades), mas porque preciso ficar um pouco comigo mesma.
Pra quem fica: BOM CARNAVAL...
Copiei essa história de um scrapp de um professor de história que lecionou comigo ano passado...
Um casal de namorados em alta velocidade
MENINA: Devagar! Estou com medo
MENINO: Não! É divertido!
MENINA: Não e não! Por favor, está me assustando!
MENINO: Então diz que me ama!
MENINA: Certo. Eu te amo.
MENINO: Agora me dê um grande abraço.
A menina o abraça.
MENINO: Você pode tirar meu capacete e colocar em você? Está me incomodando!
NO JORNAL DO DIA SEGUINTE HAVIA A SEGUINTE NOTÍCIA:
“Uma moto bateu por causa de problemas no motor, duas pessoas estavam nela, mas somente uma sobreviveu“.
A verdade é que descendo a estrada o garoto percebeu que os freios haviam falhado, mas ele não queria que a garota soubesse.
Ao invés disso ele fez com que ela dissesse que o amava e sentiu seu abraço uma última vez, e a fez colocar seu capacete para que ela pudesse viver, mesmo sabendo que por causa disso ele iria morrer.
FELIZES OS QUE CONSEGUEM AMAR COM ESSA INTENSIDADE.
E você? Pra quem daria o capacete?
O Ricardo com o Ricardo.....

Tô tentando escrever alguma coisa, mas o que me vem a mente é essa música...
Composição: Sérgio Britto
Quando não houver saída
Quando não houver mais solução
Ainda há de haver saída
Nenhuma idéia vale uma vida
Quando não houver esperança
Quando não restar nem ilusão
Ainda há de haver esperança
Em cada um de nós, algo de uma criança
Enquanto houver sol, enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol, enquanto houver sol
Quando não houver caminho
Mesmo sem amor, sem direção
A sós ninguém está sozinho
É caminhando que se faz o caminho
Quando não houver desejo
Quando não restar nem mesmo dor
Ainda há de haver desejo
Em cada um de nós, aonde Deus colocou
Enquanto houver sol, enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol, enquanto houver sol

Eu não desisti...
Se eu perguntasse a você nesse exato momento o que é o MEDO, o que você me responderia?
Definindo Medo: “terror, receio, susto, perturbação que se sente com a idéia de um perigo real ou aparente ou com a presença de alguma coisa estranha ou perigosa”.
Bem... geralmente as pessoas tem medo de várias coisas: medo de barata, de cobra, de rato, de acidentes, de ladrões e bandidos, medo de faltar dinheiro...
Mas e os outros medos?
O medo da velhice?
O medo da rejeição?
O medo de não agradar os outros?
O medo de não ser feliz?
O medo da solidão?
Pois é...
Acho que não existe outra forma melhor de auto conhecimento e de aprendizado do que entrar em contato com nossos próprios medos.
O medo tem sido um companheiro pra mim nesse final de ano... Aliás, todo final de ano é essa tensão, essa indefinição com relação ao meu trabalho.
As mudanças viram nossas vidas de cabeça para baixo, dão uma reviravolta enorme na nossa rotina, e principalmente dentro da gente, pois mexem com nossas capacidades de superação.
Eu tenho medo de mudar de escola, de sair de onde estou.
Tenho a impressão de que não tenho capacidade fora dali, de onde estou. Tenho a impressão de que não vou saber ensinar, ser uma boa profissional fora dali.
Tenho medo de não dar conta de uma sala maior, de não fazer um bom trabalho.
Ao mesmo tempo, necessito de mudanças...
Diante dessas indefinições, não sei como me portar, não sei como pensar, não sei como agir...
Fico ansiosa porque não sei qual atitude tomar...
Você faria o que?
Sabe...
Sentei aqui em frente ao computador pra escrever e não vem nada na cabeça...
Sensação de vazio, parece que minha cabeça está cheia de água... se eu balançar de um lado para outro tenho aquela sensação de que a água vai e vem, vai e vem...
Ah.....balelas....
Enfim....
Ninguém lê esse blog mesmo...
Talvez seja por isso que eu ainda esteja sozinha...
Não sou uma pessoa interessante...
Mesmo porque sensibilidade, autenticidade, personalidade não são valores e qualidades que interessem as demais pessoas....
Já ouvi de algumas pessoas que vai ser muito difícil eu “arrumar marido” porque sou inteligente e independente...
Então... melhor ficar sozinha...
“Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”...
Eu tinha escrito um post hiper legal sobre meus filmes preferidos, mas acho que não salvei direito...
Enfim...
Dando uma passeada na internet, achei essas fotos num site de fofoca e achei o MÁXIMO!!!!
OLHA OS TRIBUFÚS!!!!
OLHAS OS MAPAS DO INFERNO DE CABEÇA PRA BAIXO!!!!
ADOREI!!!!
O que o dinheiro e um bom Photoshop não fazem hein????


Desde quarta feira estou doente... uma certa bactéria resolveu se instalar no meu corpo e fazer uma festa. Febre de 39,5 C durante 3 dias, sem poder comer, engolir absolutamente nada. Somente hoje consegui tomar uma xícara de leite com torradas, ainda com muito custo. E para engolir o antibiótico? Um comprimido do tamanho de um supositório...
Enfim...
Minha avó sempre dizia que quando a gente fica doente é porque Deus quer que a gente pare e pense em nossa vida, em nossas atitudes, nas mudanças que temos que fazer, nos desafios que temos que enfrentar, nos medos que temos que superar.
Pois é... acho que esses dias que eu estou de molho tem me ajudado muito a pensar em algumas coisas que tenho que transformar...
Já repararam como eu falo, falo, falo, falo, falo em mudança, em transformação??? Então....se o tanto que eu falo eu colocasse em prática...
Mas muita coisa aconteceu...
Coisas que passaram devem ficar no passado...
Elas devem morar lá, quietinhas, e só devem voltar quando chamadas. E de preferência somente as coisas boas. Passado quer dizer que passou, que não volta, que não dá pra voltar e consertar as coisas erradas que fizemos. Por isso é que devem ficar no passado, apenas como lembrança.
Pois eu consegui colocar algumas coisas no passado... e acho até que vencer esse medo ajudou a causar esse estrago corporal de febre e bactéria se multiplicando aos montes no meu organismo.
Mas eu consegui! PONTO PRA MIM!
Outra coisa... conversei com minha mãe (e geralmente nossas conversar terminam em discussão)... mas dessa vez acho que foi diferente. Apesar dela não entender a compulsão alimentar e algumas causas para ela, ela até que começou a aceitar melhor meus argumentos.
Eu havia abandonado a Tabela de Controle alimentar, mas assim que me recuperar e restabelecer minha alimentação normal, vou começar novamente.
E tomei uma decisão: apesar de simplesmente morrer de medo, de pavor e pânico, vou pedir minha remoção no final do ano. Preciso de novos desafios e novas mudanças, e essa será uma delas, uma das mais importantes...
Bem... a garganta ainda ta doendo...o interessante é que estou com atividade cerebral criativa e morrendo de vontade de escrever...
Sabe, hoje eu descobri que domingo é o dia da família.
Decidi ficar minha família hoje, o tempo todo, todos os minutos.
Fomos ao parque ver a exposição de cães, almoçamos em casa (a comida da minha mãe é perfeita) e depois fomos passar.
Fomos ao shopping. Minha mãe comprou um vídeo para o Ricardo e eu comprei o boneco do Batmam para ele de aniversário. Na praça de alimentação ele tomou um super sorvete e eu e minha mãe comemos doces. Ele ainda foi na praça de brinquedos e se acabou: foi na moto, na cama elástica, na piscina de bolinha, brincamos naquela mesa que solta ar e no elevador que gira......
Foi um dia maravilhoso, sem brigas, sem discussão, sem problemas.
Foi um dia perfeito, como todos os outros dias deveriam ser....
Sabe... eu também queria ter uma família normal, como todo mundo tem: casa, marido, filhos, cachorro, macarrão de domingo...
Mas as coisas não são assim e eu tenho uma família diferente: eu, minha mãe e meu filho.
Hoje eu verdadeiramente descobri o quanto eu amo a minha família, o quanto ela é importante para mim e o quanto ela deve ser prioridade em minha vida...
Foi bom ter feito tudo o que eu fiz hoje. Foi importante descobrir isso e vivenciar isso, ver meu filho feliz, minha mãe feliz. Passei um domingo como há muito tempo eu não passava...feliz!
Nunca pensei que fosse perder o sono por causa de um cocô... Mas tudo bem. Colocamos um emoliente nele e aí ele conseguiu eliminar o que estava incomodando. Após ele fazer uma baita força, chorar pela barriga que estava doendo, fazer eu e minha mãe segurar suas mãos para ele fazer o cocô... Cá estou, escrevendo e tentando atualizar o blog...
A Mariana voltou a postar, o que me deixou contente, pois ela tem um grande potencial criador e escreve muito bem...sei que ela odeia ser comparada ao irmão, mas ela tem o mesmo brilhantismo que ele para escrever, é claro, com um senso de humor bem mais ácido...
Complementando os dois post abaixo....aí vai essa letra...
Composição: Rodrigo Netto/ Tico Sta Cruz/ Renato Rocha
Quando vem o amanhã
incerto
a certeza me faz ver o inverso
já não tenho mesmo medo de me repetir
a verdade disso tudo é o me faz seguir
Não vou mudar em vão
Pra que mentir
Se os dias dias vem e vão
e não me vejo aqui
Passo a passo vou na forma
Descompasso acelerando
A noite toda 24 horas
não me fazem crer
Que a vida inteira num segundo
Na maneira que esse mundo imundo
De poeira me fez perceber
Que tudo não passou de sonhos
Todo tolo e o consolo é perceber que o amanhã existe
E que eu posso ser feliz sem me entregar.
Antes de ler esse post, leia o post abaixo...
Eu tenho vivido momentos terríveis comigo mesma. Mas tenho reconhecido que sem ajuda não tem como eu sair dessa.
Descobri a compulsão alimentar como conseqüência de algumas coisas que precisam ser trabalhadas, conhecidas e compreendidas por mim, e que sozinha não conseguirei faze-las ou entende-las.
Não quero medidas radicais: quero aproveitar cada minuto, conhecer cada poro do meu corpo, cada pensamento da minha mente, cada sentimento do meu coração.
Não dá pra mutilar um pedaço do meu passado.
Não dá pra mutilar um pedaço da minha história.
Não dá pra mutilar um pedaço das minhas lembranças.
Não quero e não vou mutilar meu corpo.
Nem por isso sou fraca, ou perdi a batalha, ou não sou humilde para reconhecer que perdi.
Por que eu não perdi batalha alguma...
Uma águia, sempre é uma águia.....onde quer que esteja....
Eu optei por ser águia...
Por isso, vou tentar.... sempre tentar....
“Havia numa colina, uma águia que sempre vivia a caçar pequenos roedores e pequenos pássaros para se alimentar. Ela era majestosa, imponente e muito bela. Enxergava a quilômetros de distancia a sua presa e com uma mira certeira, não errava um bote.
Certo dia, essa águia machucou uma das asas e perdeu parcialmente seu poder de visão. Sem poder voar ou caçar, a ave foi ficando fraca a cada dia. Um lenhador que vivia na encosta da colina encontrou a ave doente e faminta e a levou para casa. Lá, tratou da águia com cuidado, alimentando-a e dando abrigo. O lenhador a colocou junto com suas galinhas e lá a ave majestosa passou a viver.
Todos os dias o lenhador alimentava suas galinhas: ele entrava no galinheiro, jogava a quirela fazendo um som que atraia as aves para perto dele, por estarem condicionadas a todos os dias ouvir e passar pela mesma rotina. As galinhas ciscavam e cutucavam o chão, atrás de bichinhos... as galinhas corriam enlouquecidas a cada porção de quirela jogada no terreiro.
A águia passou a fazer o mesmo: ciscava como galinha, cutucava o chão como galinha, corria atrás da quirela como galinha.
Um dia, um amigo do lenhador, de passagem pela colina, foi até a sua casa e, olhando para o terreiro, percebeu aquela ave bela e imponente, num canto do galinheiro. Ele não podia acreditar no que estava vendo. “ Como uma ave tão bela pode se tornar uma simples galinha? “.
Sim, a águia havia se tornado uma galinha... Intrigado, o amigo do lenhador perguntou: “Por que essa ave está aqui, no meio dessas galinhas, se o lugar dela é diferente, é na natureza, nos lugares mais altos da colina?”
O lenhador olhando o terreiro respondeu: “ Eu a encontrei ferida e doente. Cuidei dela, alimentei-a ... mas acho que ela não será capaz de voltar a sua vida anterior. Por isso a coloquei aí, no galinheiro.”
O amigo olhou-o profundamente e disse: “Nunca a deixou tentar? E se você a colocasse no seu antebraço, mirasse seus olhos para o sol e desse o primeiro impulso? Será que ela na voaria novamente?”.
O lenhador respondeu: “Não sei...nunca tentei.”
Foi quando o amigo pegou a ave e a colocou nos braços do lenhador. Esse mirou a cabeça da águia para os raios de sol, de um dia que merecidamente vai terminando e deu o impulso....
A águia abriu suas asas e saiu a voar, ganhando o céu, em direção ao sol. E nunca mais foi vista nas partes baixas da colina.”
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